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sábado, 26 de agosto de 2017

A revolução sexual e os anos rebeldes

Efeitos sobre a sexualidade: herança complexa da revolução sexual


        O mesmo acontece para todos levantes sociais, éticos e estéticos esboçados pelo movimento psicodélico. A liberdade sexual aparece como uma das aquisições majoritárias desse período, e a libertação se estende a outras formas de sexualidade mais específicas. São Francisco se transforma nos anos 70 na cidade dos gays. Mas nas últimas décadas não reteve o lado profano do “amor universal” coroados pelos hippies. A idéia que         a energia sexual bem canalizada, como o quer o modelo tântrico, permite se direcionar à “unidade cósmica”, ou somente uma maior circulação do desejo conduzido a uma nova sociedade esquecida. O desejo sexual não visa mais apenas à satisfação, ajusta-se mais ou menos ao sucesso das estruturas sociais que impediram a sua expressão.


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Esse retrocesso e essa racionalização do imaginário permitem compreender esse “retorno do reprimido” contemporâneo, a coexistência dos arcaísmos culturais e moralismos sociais, com as expressões mais liberadas da sexualidade, e todas as suas recuperações plurais na esfera do mercado, que são particularmente manifestos na complexidade contemporânea. Paradoxalmente após essa liberação dos corpos e dos costumes, os efeitos parecem invertidos e provocam um retorno de diferentes regras morais e do declínio, ou um confinamento sobre si mesmo, dos indivíduos e dos modelos. Para os homens, poderíamos qualificar de “cúspide” do masculino, esse movimento de recuo do modelo “machista” e paternalista do patriarcado. De fato, nos últimos trinta anos voltamos periodicamente à afirmação de que  homens”“não há mais. A identidade masculina apresenta, além disso, uma diferença em relação à ideia da virilidade, ou em relação a um comportamento médio dos homens, durante a época imediatamente anterior.
Para as mulheres, que possuem agora importante capital cultural e social, apresentam-se todas as razões de estarem amedrontadas por essa terrível concorrência que se instaura, sobre o mercado matrimonial e amoroso, entre elas mesmas e para seus equivalentes masculinos. Mais que o entusiasmo, é a desconfiança que se instala do lado feminino como do masculino. Essa inadequação das representações femininas e masculinas, e do casal no estado real da sociedade, gera inúmeras desconfianças particulares, um paradoxo generalizado, já que essa desconfiança resulta também no plano geral de uma inadequação devido à demografia social, assim como a repartição desigual do capital social e cultural. Contrariamente às gerações dos anos 60-80 e pós-80, Woodstock Generation, que conquistaram a abertura dos direitos jurídicos, as novas gerações encaram barreiras invisíveis do tipo cultural. como também a indução de escolhas, os indivíduos passaram a ser manipulados pela industria cultural que então passou a ditar regras e convence-los de que é uma escolha pessoal. 



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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

A cultura hippie, seus desdobramentos sociais tribais até hoje

Efeitos sobre a música, as socialidades contemporâneas

                                     O inicio dos anos oitenta e final dos anos setenta foram tempos muito politico, os jovens estavam  num estado de militância pois estávamos vivento um período de ditadura, as musicas eram poéticas e politicas e o movimento estava rolando nos festivais, alguns como os  festivais de aguas claras , ou Iiacanga, por exemplo estiveram presentes por uma década o Rock and Roll e a MPB estiveram de mãos dadas neste período e o foco era o sistema,e a ordem da época, a Cannabis, o chá e cogumelo foram presentes e o  LSD também mas nem tanto, após 1985 com a restauração da democracia o movimento mudou entrou uma nova geração que não tinha mais este tipo de preocupação, e no final dos anos oitenta iniciou o movimento técno, que tinha uma proposta mais voltada pra o prazer e a satisfação o com hipnótico como o psicodélico como no inicio dos anos  1968/70 porém sesta vez mais moderno “eletrônico”   

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                                       O movimento techno, que começa nos anos 80 e explode nos anos 90, lembra e parece comemorar, sem cessar, as grandes aglomerações festivas e funcionais como o concerto de Woodstock ou aquele da ilha de Wight pelas grandes festas, les technivals. Essas festas gigantescas, as raves, agrupam milhares de pessoas em lugares insólitos das grandes metrópoles (depósitos abandonados, canteiros, prédios inabitáveis), depois vão imigrar para os lugares mais bucólicos onde elas serão mais livres, as free parties. As festas techno também irão se institucionalizar e penetrar em lugares mais reconhecidos como as boates e os estádios e se transformam em technivals, que duram muitos dias. Os frequentadores de raves são também consumidores da pequena pílula de ecstasy, que se toma a dois, ou em grupo, para se entregar a esse tipo de festa. Como o LSD alucinógeno dos hippies, é uma droga hedonista que multiplica as sensações, e como as anfetaminas, permite a liberação das forças físicas, para ficar toda a noite sem dormir, dançando. Como o LSD, o ecstasy poderia ser uma droga do amor, pois, ela é um multiplicador dos efeitos sexuais e eróticos. No entanto, os participantes de raves não a utilizam nesse sentido. A droga parece mais favorecer uma espécie de fusão com o coletivo, pares ou o público dessas festas. Dançar todos juntos como um só corpo coletivo, esse envolvimento é o nirvana do frequentador da rave.



Festival de Águas Claras - 1975


O movimento reggae, e o rastafári, como os hippies, consomem cannabis e usam os cabelos longos (de preferência não penteados), as famosas tranças ou dread locks, lembrando assim suas raízes africanas, Mãe África, ou aquelas dos sadhous indianos, Mãe Índia, e poderiam ser considerados como seus herdeiros diretos. Tanto o movimento reggae como o movimento hippie desenvolvem uma abordagem holística de sua reivindicação cultural. Ao mesmo tempo movimento musical e movimento religioso, o rastafarianismo, tem um forte conteúdo mitológico, é também um movimento político de contestação e de reivindicação de uma cultura própria. Eles adotam um modo de vida fundamentada sobre a paz e a tolerância, a dignidade pessoal e a redescoberta das harmonias naturais e cósmicas esquecidas pelo mundo moderno. There is a natural mystic flowing to the air/ Há qualquer coisa de naturalmente místico no ar, canta Bob Marley que divulga o movimento e suas dimensões místicas, através do reggae jamaicano, suas cores, vermelho /ouro / verde, seus valores, o sonho bíblico de Zion, (Iron, Lion, Zion), e o Deus Jah de um povo negro vindo da Etiópia, os ancestrais longínquos dos rastas.



O movimento hip hop, lembra também a utopia hippie, porém de maneira mais remota ainda, já que a música rap e o mundo dos rappers poderiam desenvolver uma crítica radical de modernidade e uma vontade de viver aqui e agora, senão na harmonia, mas ao menos na dignidade e na honra de uma cultura reinventada. Ponto comum, contudo, o cannabis, é um meio de se desprender e de romper com a vida mediana proposta pelas sociedades ocidentais e, no caso francês, com o deserto da vida, dos conjuntos residenciais, para fundar uma cultura própria. Um mesmo velho sonho coletivo de um paraíso perdido, a Zoulou nation11 , os sound systems, os crews, os possies, designam os bandos, clãs ou famílias aumentadas, que vão, logo, se transformar no ponto focal do estilo de vida de rua no sul do Bronx12 , e também nas periferias de todas as grandes capitais ocidentais, dos jovens encapuzados e dos tênis Nike.



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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

A "viagem" underguound desde o movimento hippie até hoje

tecno,hippie,festival,rave,coruja,alternativoDas portas da percepção à toxicomania 
Com os anos 60, os países europeus enfrentaram uma nova forma de toxicomania, a toxicomania de massa ou do povo. Mas ao passo que os usuários das sextees estão centrados sobre os produtos da família dos phantasticos, e fundados pela filosofia hippie, até os anos 70, esse consumo de massa ocidental se infiltra nos produtos da família dos hipnóticos, heroína principalmente, mas também álcool e barbitúricos. Palavra chave dessa nova nebulosidade underground: os hipnóticos são mais estupefacientes, mais viciantes, como a heroína. Tudo parece se opor a essas duas formas de uso da droga: as famílias dos produtos utilizados, os imaginários revelando as práticas e filosofias de vida opostas, inversas.




As lógicas das décadas seguintes são uma lógica de compilação dos produtos. A manutenção dos hipnóticos, retorno com força das phantasticos, adaptação oportunista dos Extancia, em progressão. Os Golden Eightees, ou os brilhantes anos 80, são reflexos da economia que floresce... continua. 









   
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Alternativos, hippies, malucos e a ideologia politica do movimento contracultura hoje

A disseminação ideológica e política
O movimento beatnik (hippie) disseminou-se principalmente em duas galáxias opostas; de uma parte os hippies e suas celebrações amorosas, e da outra parte uma nova esquerda americana que milita contra a guerra do Vietnã e a favor do Movimento pelos Direitos Cívicos para uma integração das minorias negras. Um forte exemplo é o Free Speach movement, nascido na Universidade de Berkeley, que milita contra o ensino exageradamente rígido, mas também contra o racismo, o pragmatismo, e a guerra do Vietnã. Como os hippies, esses militantes são contra os princípios fundadores da sociedade da abundância, sobretudo quando eles conduzem a um esbanjamento de barbáries e de alienação. como herança ficou uma porção de "nômades" e tribos, (tribalistas) alternativos, que expressam seus questionamentos das mais diversas formas, principalmente artística, pelo mundo afora, até hoje, inclusive o aparecimento de  grandes filósofos urbanos, ou filósofos de rua, poetas, e tantos outros anônimos que deixaram seu recado e já se foram atualmente no Brasil posso mencionar sem sombra de duvida "
Eduardo Marinho com um importante trabalho:  Observar e Absorver . 
   
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Eduardo Marinho :  Observar e Absorver . 

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Viraliza o mundo após 1968 o movimento hippie

conforme a postagem anterior: 
Após seu enterro em 1967 renasce o movimento desta vez pipocando na Europa, Inglaterra, e mundo afora, inclusive no Brasil com o movimento Tropicália  e tantos outros que se seguiu.  

A disseminação pelo globo

O imaginário psicodélico e as práticas culturais e sociais que as suscitaram são amplamente ecoadas pelos Estados Unidos da América. Mas, ao encontrar em sua expansão contextos bem diferentes, adquiriu rapidamente direções bem contrastantes. Indo às fontes de percepção, sua penetração entre os jovens das sociedades ocidentais está longe de ter se tornado igual em todos os lugares e constata-se que as suas declinações são inúmeras.


psicodélico,hippie,tribos,urbanas,tecno






É da Inglaterra que vem esta revolução musical que atua sobre o plano artístico, mas também sobre o plano social. Daí, a emersão dos Beatles, depois dos Rolling Stones sobre o cenário musical britânico, o estilo de vida e de cultura.
Nos dois maiores países do continente, a França e a República Federal Alemã (então Alemanha Ocidental) a penetração do imaginário psicodélico é ao mesmo tempo colorido politicamente e também complexo. As culturas da França como da Alemanha não são estrangeiras às utopias familiares da contestação política violenta, e que se manifestam na liberação dos costumes com algum atraso em relação a seus vizinhos ingleses, holandeses e escandinavos.


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É pelo viés de uma reivindicação política e social mais clássica que o movimento de contestação se imporá pelos eventos de maio de 68 na França e as manifestações dos estudantes berlinenses na Alemanha, constituindo incontestavelmente o ponto de entrada europeu nos movimentos de reivindicação dos anos 60. É, por conseguinte, sob uma forma já muito politizada que ele continuará a se desdobrar. A busca revolucionária substitui a busca mística, as manifestações políticas tradicionais substituem os love-ins, smoke-ins e be-ins, a fraternidade militante, a sonoridade do Peace and Love (Paz e Amor).





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segunda-feira, 21 de agosto de 2017

o sonho acabou






O Enterro
Em 14 de janeiro de 1967, em uma grande reunião no Golden Gate Park, os hippies proclamam que o verão de 1967 seria o lugar sob o signo da paz, do amor e do LSD. Para esse célebre Summer of love (Verão do amor), mais de 500.000 jovens chegaram a São Francisco. Após o uso das drogas, que de certa forma, degeneraram os hippies, o bairro transformou-se em um lugar violento, desertando-o assim do resto da cidade. As drogas alucinógenas foram substituídas pouco a pouco pelos barbitúricos, depois os opiáceos, e logo a decadência e as doenças invadiram a superpopulação do bairro.
No outono os membros da comunidade de Haight sentindo-se, sem dúvidas, ultrapassados pelo movimento da população que eles provocaram, reuniram-se no Buena Vista Park para celebrar o fim da era hippie com uma cerimônia fúnebre. Em outubro de 1967, os hippies organizam o enterro simbólico de seu próprio movimento, enterrando um caixão no Buena Vista Park. Mas, desde o início dos anos 70, a sensibilidade idealista e ecológica iniciada pelos hábitos hippies parece surgir e surfar pelas ondas, revivendo como um eco distante nas gerações seguintes de jovens; O movimento hippie, morreu pra se tornar um arquétipo de vida alternativa, que vive até hoje em uma parcela da população que tende a ter um olhar mais social da sociedade contemporânea com predominância em permacultura e humanidades



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domingo, 20 de agosto de 2017

Faça amor, não faça guerra, Make love, no war

Um Ethos
Outro marco, daí em diante célebre, Make love, no war, Faça amor, não faça guerra, permite resumir os princípios éticos para o grande público que compreendem mal essa nova forma de contestação. As diferentes regras que daí resultam se instituirão pouco a pouco, a ponto de ficarem como rituais.






No war, (Não faça guerra), representa o pólo ou o aspecto da reivindicação política (parar a guerra do Vietnã) naquele momento.

Make love (Faça amor), o outro polo da contraproposição, contida e sintetizada na palavra amor, vasto campo que a filosofia hippie vai desdobrar à sua maneira. De fato, esse conceito holístico da sua filosofia apresenta-se como um modelo completo de utopia, já que ele está bem fundado sobre uma simples, só e banal ideia, o amor. Uma visão holística, adquirida pela impregnação de uma mesma experiência sensível, multiplicada pelo uso dos psicotrópicos e que está sem dúvida ligada aos seus contatos com as fontes tradicionais que compartilham essa percepção: os mesmos esquemas definem suas concepções religiosas (êxtase cósmico e social), político (paz entre todos os povos, e a doçura da palavra para a resolução de conflitos), econômico (divisão, desprovimento), estético (beleza do natural), e ligação social (espírito coletivo e comunitário, ou neotribalismo)7 .


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O credo dos novos membros comunitários contém desordenadamente: a liberdade sexual, o erotismo, as relações interpessoais, o esoterismo e a ecologia, … entre outros, mas trata-se antes de tudo de um ethos rigoroso, um princípio de partida coerente (liberação pelo amor) declinado sobre diferentes planos, depois sobre todos os planos, muito logicamente.
Logo, as idéias hippies se organizam, as ligações se entrelaçam entre as diferentes fontes que inspiram esses novos modos de vida coletiva e os hippies tentam se aproximar de outras minorias. A imprensa descreve então, não mais somente um movimento, mas uma cultura, ou uma subcultura, derivada das culturas mais tradicionais, e que procura alianças com outras minorias críticas e reivindicativas, na busca de um status social menos estigmatizado. Assim se multiplicam as subculturas, subtendências dos subpoderes potenciais (Black Power, Red Power, Ethnic Power) ou metafóricos (Flower Power, Green Power)9 .




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sábado, 19 de agosto de 2017

Estudo sobre a contraCultura dos movimentos hippie


Introdução
O movimento hippie exerce ainda hoje um fascínio geral; 

O que se passou exatamente e o que ficou na memória contemporânea? 
Por que permanece como uma aura, um souvenir desse encantamento?
O que nos faz sentir essa atração e essa nostalgia, mesmo por aqueles que não conheceram essa época na qual existiu uma espécie de magia coletiva, um paraíso ao alcance da mão…


Uma utopia ou uma frequência quântica acessada pelo coletivo humano?

A perspectiva antropológica do imaginário (Gilbert Durand) pode permitir a compreensão ou nos aproximar um pouco mais da perspectiva global dos hippies. Trata-se de um ethos (  conjunto dos costumes e hábitos fundamentais, no âmbito do comportamento instituições, afazeres etc. e da cultura, valores, ideias ou crenças), característicos de uma determinada coletividade, época ou região. )   todas as grandes utopias ocidentais e orientais. Um imaginário equilibrado, ao mesmo tempo heroicode e místico, propriamente sintético nos termos de G.Dou um credo comum que foram construídos como uma herança condensadaurand.

A ótica do imaginário nos permite ilustrar como um imaginário surgiu e depois foi disseminado, desdobrando-se, às vezes se invertendo, ou derivando até os dias de hoje no cotidiano, sob formas desbotadas, por vezes desdobradas, ou mesmo travestidas. O desdobramento ou a disseminação dos esquemas presentes no mundo hippie supõe que as ideias principais, ou imagens matrizes, estão ainda presentes atualmente. No entanto, falta a articulação desses elementos que estão dispersos, disseminados, difratados em diferentes campos, culturais e sociais. Iremos também sublinhar como esses esquemas informam ainda sobre o social no século XXI. O campo de observação é a Europa, a França em particular.

Um movimento cultural fulgurante

Ao analisar de perto, ao ler as histórias de vida dos atores e de suas aventuras comunitárias, o movimento reivindica raízes longínquas e diversas: o cristianismo primitivo, o fourierismo, o orientalismo…
Outras fontes e referências mais próximas vão servir de catalisador do século XX, nos anos 60: as drogas do século XX dão um salto adiante, a revolução sexual de Reich explode realmente, o imaginário da Beat generation vem martelar seu ritmo endiabrado. A utopia psicodélica nasce como uma flor sobre o pedestal da sociedade prometeica  dos anos 60. O filme “A primeira noite de um homem”, The Graduate com Dustin Hoffmann, e seu fundo musical de Mrs. Robinsonde Crosby, Still, Nash e Neil Young, ilustram bem o salto epistemológico que se produziu no seio da família americana.


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Desde
seu nascimento, o imaginário psicodélico é uma utopia em atos, uma filosofia que nasce no movimento de contestação política, na efervescência musical, e na liberação florida dos corpos, um flower power como ele próprio se auto-proclama. As comunidades logo terão os porta-vozes, os ídolos e os ícones, e mesmo um papa, Timothy Leary, que instituirá sua doutrina e suas palavras de ordem. A filosofia de movimento é contida na fórmula: Turn in, tune in, drop up .
Todas as outras experiências sensíveis do mesmo tipo, viagens chamânicas, transe de criação, transes poéticos como os de Paul Valéry em “O cemitério marinho”, ou transes de êxtase dos estados de Nirvana e Buda, parecem induzir a uma diversidade de estados de consciência. O acesso é permitido pelas práticas ancestrais de ascendência, de concentração, de meditação, como na yoga pela redução ou suspensão da respiração, ou ainda graças à escuta de músicas privilegiadas tradicionais, aqui reinventadas pelas sonoridades da música psicodélica. desde 1960 esta se dispersando na sociedade a sociedade alternativa fruto de uma ideologia cultural tribalista urbana.

continua toda a matéria desta cultura até a atualidade, costumes, musicas,filosofia, e mensagem

veja também a Sociedade alternativa no brasil e seus desdobramentos 
















domingo, 13 de agosto de 2017

Uma Sociedade Alternativa



Uma SOCIEDADE ALTERNATIVA

Procura depender de seus próprios meios usando o mínimo de capital, como é hoje os moldes da permacultura, e vida alternativa.





O homem é cada vez mais escravo do $ deixando de viver  a vida que lhe foi concebida,

o único ser que renuncia a própria vida é o homem,

basta voltar a atenção para nossa própria especie; o homem medíocre não tem tempo para observar,...

você já viu O pôr- do-sol quantas vezes em sua vida?

E quantos por de sois já passaram despercebido... Saiba que nenhum é igual, e todos são sempre lindos; e o alvorecer?... É... De um modo geral foram bem poucos não acha?


observe mais o universo a vida ao nosso redor não a artificial ou virtual mas a que a natureza nos deu as plantas, seu crescimento, nossos irmãos animais, as ondas, os animais, quanto eles vivem em relação a nós um papagaio em seu habitat vive 80 anos, um elefante 100 uma tartaruga até 200

Uma arvore...
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 o quanto os elementos são conectados e se desprender causa um impacto de realidade  assim você passará a ser menos robô ; menos escravo do capital , observe os outros e assim verá a humanidade, para que construir tantos bens materiais se você só vai levar com você o que estiver pôr dentro de si mesmo, você precisa de bens mas o mínimo necessário ; para que ambição e ganância se vai ficar tudo aqui quem procura isto está caminhando na contramão, e você verá que muitos estão, muitos mesmo ,estes estão enganados o que ele procura esta na direção oposta a felicidade é interior não exterior então sua busca deve ser interior, (espiritual ) e não exterior (material porque a felicidade a paz. é um estado de consciência interior e poucos caminham nesta direção , uns porque estão entorpecido pela ilusão deste mundo material e outros pôr escolha. E até pôr pura ignorância; interessante que no final você vai perceber que poucos andam por este caminho nossa vida é apenas uma pequena fração em relação ao universo e se engana quem pensa que tudo se resume nisto a natureza é grande demais muito maior que as divisas de nosso planeta, é além ... e está enganado quem acha que ela acaba ali... simplesmente ali. Estamos neste mundo, neste corpo , pôr hora, pôr enquanto. E como na natureza nada se perde tudo se transforma, amanha seremos ou estaremos em outro lugar em outro plano, em outro universo... evoluídos ou regredidos ou até mesmo estacionados vida após vida.


O homem criou uma medida de tempo que gira em relação a ele, para melhor se organizar mas se você pensar um pouco maior verá que insignificante, quanto viveremos . 100 anos !? não é nada ! a terra tem  60 milhões de anos ( e ainda é jovem em relação a outros astros ) pôr isso temos que ser conscientes e lembrar que toda a natureza estava aqui antes de chegarmos e estará quando formos não nos cabe o direito de destrui-la e não devemos jamais ser passivos quanto a isso...




pois se cada um fizer sua parte conseguiremos manter o equilíbrio principalmente nos pequenos detalhes nossos amigos verá, nossos filhos, enfim nosso próximo..., e ele também encontrará este novo ponto de vista


                            alternativo propriamente dito.




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quando acaba o maluco sou eu

  " Pare o mundo que eu quero descer Que eu não aguento mais escovar os dentes Com a boca cheia de fumaça... Você acha graça porque se ...